Dia aberto na Quinta de Silvares

Gostavas de conhecer a quinta onde crescem alguns dos legumes e frutas que consomes?

No dia 25 de Abril, o Paulo e a Susana da Quinta de Silvares abrem as portas da sua exploração agrícola em Vizela. A Quinta estende-se por uma área de aproximadamente 5 hectares com produção de hortícolas ao ar livre e estufa, espargos, e pomar de macieiras regionais. A exploração é certificada em Agricultura Biológica pela ECOCERT PORTUGAL e em conversão Demeter (biodinâmica). O ecossistema agrícola conta ainda com raças autóctones e um apiário.

Objetivos

– Conhecer os princípios básicos da produção em modo biológico e processo de certificação;
– Compreender simplificadamente os processos de produção;
– Apreender simplificadamente os meios de produção biodinâmica;
– Convívio entre os consumidores e produtores AMAP.

No dia aberto os participantes poderão:

– Visitar uma estufa com produção de hortícolas;
– Conhecer uma Espargueira em produção;
– Visitar Pomar de macieiras de variedades regionais;
– Conhecer os animais da quinta e a sua importância num ecossistema agrícola.
– Participar numa dinamização biodinâmica e sua aplicação;
– Passeio sensorial, conhecendo a paisagem envolvente e relaxar num piquenique ao ar livre.

Data e local: Dia 25 de abril das 10:30h às 17:30, na Quinta de Silvares – Vizela (Rua de Silvares; Santo Adrião Vizela)
Data e local: Dia 25 de abril das 10:30h às 17:30, na Quinta de Silvares – Vizela (Rua de Silvares; Santo Adrião Vizela)

Obs.: se pretenderem poderão vir de comboio, sendo que existirá transporte da estação até à Quinta. (Ponto de encontro 10h). Tragam calçado e roupa confortável, e uma manta para deitar no campo e respirar profundamente. Se o tempo permitir tragam fato de banho. O almoço e lanche serão partilhados. Inscrições até 20 de abril por email: silvaresquinta [arroba] gmail [ponto] com.

Cabazes BIO no PINC 🌱 Apresentação 9 de Janeiro às 18:30

Sessão de apresentação
Terça-feira, 9 de Janeiro de 2018, às 18:30
Pavilhão-Jardim PINC – Praça Coronel Pacheco, 2, Porto

Com a viragem do ano, enchemo-nos de fôlego para viver de uma forma mais plena e saudável. Os alimentos são o combustível essencial à vida que nos dão energia para prosseguirmos na nossa caminhada.

Gostaria de ter acesso a cabazes Bio a preço acessível?
Quer conhecer quem produz aquilo que consome?
Saber de onde vêm os alimentos que lhe chegam ao prato?

Então venha conhecer a AMAP – Associação para a Manutenção da Agricultura de Proximidade. Todas as semanas, à terça-feira, distribuímos cabazes de produtos bio no PINC, incluindo hortícolas, fruta, pão, cogumelos, azeite, e também ovos, galinha e peixe, entre outras iguarias.

No dia 9 de janeiro – enquanto decorre o momento de distribuição – vamos apresentar este conceito de proximidade entre produtores e consumidores, e explicar como é que pode aderir para em 2018 alimentar-se melhor.

Connosco estará a Olívia Silva da ChuchuBio, principal produtora de hortícolas da AMAP do Porto.

Do grupo constam também a Quinta de Silvares, a Fungi Fresh, o Pão Nosso, o Peixe em Casa, a dona Adelaide Silva de Amares, a Quinta da Serrinha e a Raiz de Ouro, compondo assim uma panóplia de produtos de proximidade.

Reflexão conjunta sobre o funcionamento das AMAP

Na Assembleia Geral da AMAP que tomou lugar no dia 2 de Dezembro de 2017 no Pavilhão-Jardim do PINC, no Porto, foi proposta uma dinâmica que convidava os consumidores e os produtores presentes a escreverem em pequenos pedaços de papel respostas às seguintes questões:

  • Do que gosto na AMAP?
  • O que pode melhorar?
  • Como posso contribuir?

A ideia era fazer um balanço participado sobre o funcionamento das AMAPs. Abaixo segue uma análise às respostas que foram dadas.

De que gostam os consumidores e produtores que participam na AMAP?

Foram apresentadas três características essenciais: Produtos, Proximidade e Princípios.

O primeiro destes três pês – Produtos – está no centro do funcionamento da AMAP. Não admira, portanto, que tenham surgido elogios às nabiças da Olívia, aos hamburgueres de tremoço da Liliana, aos cogumelos FungiFresh, ao peixinho da Carla, aos citrinos de Amares, etc. A variedade, aliás, foi uma das virtudes apontadas, juntamente com o facto de se tratar de produtos biológicos certificados, de proximidade.

Passamos então ao segundo pê – Proximidade. A relação humana, directa, entre produtores e consumidores, que está inscrita no próprio nome da AMAP – Associação para a Manutenção da Agricultura de Proximidade.

É este um dos Princípios fundamentais por trás do conceito e das práticas de consumo agroecológico. Outros princípios que foram apontados como motivos para apoiar e participar na AMAP foram a transparência, o compromisso e o espírito colectivo. E por último houve também quem falasse em revolução…

O que pode melhorar no funcionamento da AMAP?

Foram identificadas quatro dimensões principais:

1. A primeira dimensão diz respeito à Comunicação e engloba tanto a divulgação “assertiva” do conceito para captação de novos consumidores (“que acreditam verdadeiramente” na AMAP, deixou alguém escrito), como os procedimentos de comunicação interna relativos à organização do funcionamento dos grupos de consumidores.

Neste sentido, foi apontada a necessidade de se organizar, ou participar, em eventos para divulgação das AMAPs, e também a urgência de se criar um website, uma newsletter e uma plataforma web para registo e subscrição de consumidores e produtores, e para a gestão das encomendas. O website, entretanto, já está no ar com informação básica (como se pode ver!), e uma plataforma de gestão (baseada na Open Food Network) está em desenvolvimento, em preparação para um teste piloto em 2018.

2. A segunda dimensão a melhorar é a Proximidade de facto, isto é, a necessidade de se criar mais comunidade, com mais encontros, mais discussão-acção e mais participação de todas as pessoas envolvidas nas AMAPs, já que, como alguém comentou na reunião, “não basta pagar e levantar produtos!”.

Isto pode acontecer a vários níveis, desde a presença e o voluntariado no encontro semanal entre produtores e consumidores, no momento de distribuição, a reuniões entre todos para se avançar com as questões importantes da AMAP. Foram propostos vários formatos (reuniões, encontros, assembleias e momentos de convívio) e várias periodicidades (mensais, bimensais, trimestrais), sem no entanto ter ficado ainda definida a data da próxima reunião.

Estes momentos poderiam servir para abordar também uma das questões que foi levantada na discussão, sobre como “fazer reclamações” (usando a expressão avançada na assembleia) se não estamos contentes com alguma das faces da AMAP. Tratando-se de um modelo que está assente na relação directa entre consumidor e produtor, uma das participantes propôs criar um sistema de comunicação directa entre o produtor e o consumidor por onde se podem canalizar as “reclamações”.

3.  A terceira dimensão a melhorar, diz respeito aos Produtos e aos Pontos de entrega. Aqui as propostas passaram de um extremo ao outro das possibilidades de agregação e distribuição de produtos: desde as compras avulso, aos cabazes dedicados ou à definição de 3 ou 4 opções de composição e preço. Foi também sugerida mais flexibilidade nos pontos de entrega (por exemplo, “ter um ponto de entrega à semana e outro ao fim de semana nas duas cidades”) de forma a facilitar e aumentar o número de inscrições.

4. Por último, a dimensão da Legalidade também foi apontada como uma das necessidades para alguns dos participantes. Garantir que a legislação em vigor é cumprida e arquivar os documentos legais online por produtor.


Para avançar com estas quatro necessidades da AMAP, seria necessário criar grupos de trabalho dedicados à comunicação, à organização de encontros, ao melhoramento do produto e às questões legais. Alguém se chega à frente?

Foi essa a última questão colocada aos consumidores e produtores na assembleia de 2 de Dezembro, onde se pretendia fazer um balanço participado do funcionamento da AMAP.

Os produtores comprometem-se a continuar a produzir e a oferecer produtos de qualidade.

E nós todos, enquanto co-produtores, como podemos contribuir?

Assembleia Geral AMAP Gaia e Porto – 2 de Dezembro

Caros AMAPianos

Convocamos todos os associados das AMAP de Gaia e Porto (produtores, atuais e antigos consumidores) para uma Assembleia Geral a realizar no dia 2 de dezembro às  15:15h no Pavilhão-Jardim do UPTEC-PINC (Praça Coronel Pacheco nº2, Porto) com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Balanço de 2017
  2. Plano de sustentabilidade da AMAP
  3. Plataforma de gestão baseada na Open Food Network
  4. Protocolo de funcionamento das AMAP
  5. Outros assuntos